EPS Na Construção Civil: Vale A Pena Investir?

EPS Na Construção Civil: Vale A Pena Investir?

Paredes Betel em 04/10/2021

O EPS Isopor® está sendo cada vez mais utilizado para realizar o sonho de tantas pessoas: construir uma casa segura, confortável e sem gastos abusivos! Por se tratar de um método não convencional, no entanto, muitos mitos em torno do uso de EPS foram surgindo ao longo dos anos, o que deixa alguns receosos sobre a sua utilização.

 

No artigo a seguir, iremos desmascarar esses mitos, que vão desde a segurança até a relação com o meio ambiente, para que você possa entender melhor se vale a pena ou não investir em EPS na construção civil.

 

O que é EPS?

O poliestireno expandido (EPS), mais conhecido no Brasil pela marca Isopor®, é um plástico celular rígido, resultado da polimerização do estireno em água. Descoberto na Alemanha, em 1949, pelos cientistas Karl Bucholz e Fritz Stastny, o EPS recebeu inúmeras funções desde então, como caixas térmicas, pranchas de surf e até paredes.

 

Caso queira saber mais sobre o material, clique aqui e leia o artigo completo sobre as suas propriedades e fabricação, para entender melhor o que é o material. Agora, vamos parar os mitos em torno de um dos termoplásticos mais consumidos do mundo. 

É um material resistente?

Acostumados com Isopor® em objetivos mais frágeis, como trabalhos escolares e transporte de alimentos e bebidas, as pessoas tendem a achar que ao ser utilizado durante a construção, como parede ou mesmo telhado, será muito frágil e inseguro. No entanto, a parede de EPS pode ser até 30% mais resistente do que a parede de tijolos. 

 

Isso significa que você pode ficar tranquilo sobre pendurar qualquer objeto na parede; desde simples quadros até uma bancada de granito na cozinha, a sua parede EPS irá sustentar grandes pesos sem risco de quedas, rachaduras ou, principalmente, acidentes.

 

De acordo com especialistas, o sistema utilizado pode sustentar um edifício de até 5 andares, além de ser uma ótima escolha para a base de obras em terrenos moles, por ter uma alta resistência à compressão e deformação. Devido a essa resistência, é também um material aconselhado para regiões em que podem ocorrer abalos sísmicos. 

Em casos de incêndio, não é um material inseguro?

Existem dois tipos de EPS disponíveis, o F e P. Os que são utilizados em construções civis devem ser obrigatoriamente os do tipo F, pois possuem em sua composição um elemento que retarda a propagação das chamas em casos de incêndios, podendo ser classificados como auto extinguíveis. Quando expostos em temperaturas acima de 70°C, o derretimento começa a ocorrer, sem deixar, no entanto, resíduos que possam vir a alimentar o fogo. 

 

É importante ressaltar também que o material raramente é utilizado sozinho como elemento estrutural para a obra, mas sempre acompanhado de outros materiais. Os sistemas hidráulicos e elétricos também costumam ser instalados por meio do derretimento do EPS, que faz os sulcos no material onde passam as tubulações. Mais adiante iremos comentar sobre a capacidade de isolamento do material. 

É um material caro?

Apesar de ser um material mais caro entre as opções de construção a seco, sendo o valor cerca de 20% superior ao da alvenaria convencional, o EPS, contudo, possui outras características que ajudam na economia durante a obra. Segundo especialistas, a matéria-prima garante uma economia de até 10% no prazo estipulado para a entrega da obra, reduzindo com isso o consumo de água, por exemplo. Esse fato se deve a fácil montagem do material e sua capacidade de recorte. 

 

Além disso, há uma redução de no mínimo 8% nos custos totais da obra caso o EPS seja utilizado, e a alta durabilidade do material também deve ser levada em consideração quando estamos debatendo sobre as economias geradas.

O EPS realmente tem isolamento acústico e térmico?

Sim, isso não é um dos mitos que são espalhados por aí. É verdade que o EPS, de acordo com a sua densidade, pode possuir isolamento acústico e térmico. Quanto mais denso o material, mais rígido será e com características diferentes, como melhor reflexão do som e melhor isolação térmica.

 

O isolamento térmico é mais fácil de imaginar, tendo em vista que é utilizado para o transporte de alimentos e bebidas justamente por possuir essa vantagem. O seu uso, portanto, permite manter com grande eficiência a temperatura interna no ambiente e ainda diminui o consumo de eletricidade.

 

Já em relação ao isolamento acústico, especialistas recomendam que o EPS seja aplicado em conjunto a outros materiais, como uma camada de gesso acartonado (massa), uma de EPS Isopor® (mola), e outra de tijolos (massa), para que se obtenha um isolamento maior. 

 

Mas o EPS não prejudica o meio ambiente?

Embora não seja um material biodegradável, existem inúmeras outras vantagens que o EPS oferece em relação ao meio ambiente, principalmente se a sua reciclagem, que pode ser realizada 100%, for realizada após o seu uso. Entre as vantagens, está a baixa quantidade de água e de energia utilizada na fabricação do material e também na construção que usufrui da matéria-prima. Segundo pesquisas, com o uso do produto, a economia no consumo de água é de até 75%.

 

O EPS também é um material atóxico, portanto, não contamina a água, o solo ou os lençóis freáticos, e possui uma grande capacidade de reciclagem. No Brasil, cerca de 34,5 mil toneladas de poliestireno expandidos são reciclados anualmente. 

 

Outro fator que ajuda o meio ambiente é a fácil modelagem do EPS, que contribui para uma baixa de resíduos descartados após a obra, tendo em vista que os materiais são entregues sob medida. 



Se após desvendar os mitos que estão por trás do EPS você chegou a conclusão de que vale a pena investir no material para a sua obra, entre em contato com quem entende de qualidade e segurança! A Parede Betel está há 17 anos ajudando a fabricar o seu sonho de construir a sua casa própria com segurança, economia e conforto. Clique aqui para entrar em contato conosco!

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